Programação

PROGRAMAÇÃO DO XXXII CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOLOGIA
(Sujeita a alteração)

 

PALESTRAS / PLENÁRIAS
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Terça-feira, 27/02/2018
Palestra: Políticas Públicas em Biodiversidade, com destaque para a América Latina.
Palestrante: Dr. Bráulio Ferreira de Souza Dias

Palestra: Species Divergence Shaped by the Intersects of Ecology and Climate Change.
Palestrante: Dra. Lacey Knowles

Quarta-feira, 28/02/2018
Palestra: A Perfect Storm: Climate Change, Disease, Us.
Palestrante: Dr. Daniel Brooks

Palestra: The good, the bad, and the ugly: who is really benefiting from travelling in groups.
Palestrante: Dr. Steve Portugal

Quinta-feira, 01/03/2018
Palestra: A multidisciplinary framework for biodiversity prediction in the Brazilian Atlantic forest hotspot.
Palestrante: Dra. Ana Carnaval

Palestra: La Buitrera, el Gobi sudamericano. Un desierto fósil del Cretácico.
Palestrante: Dr. Sebastián Apesteguía

Sexta-feira, 02/03/2018
Palestra: Towards a dynamical view of distribution areas, based on niche theory.
Palestrante: Dr. Jorge Soberón

Palestra: Ecologia, Evolução e Desenvolvimento (EcoEvoDevo) na herpetofauna brasileira.
Palestrante: Dra. Tiana Kohlsdorf

PROGRAMAÇÃO DOS SIMPÓSIOS
Datas, horários e salas serão publicados em breve.

 

 

BiodiverCidade: animais silvestres em áreas urbanas
Organizadora: Camila Palhares Teixeira

1. Ecologia urbana e conservação.
Cristiano Schetini de Azevedo
2. Ecologia urbana e suas aplicações.
Camila Palhares Teixeira
3. Ecologia urbana de Aves.
Luciana Barçante
4. Uso de Sistemas de Informação Geográfica (SIG) como ferramenta para estudos de animais silvestres em áreas urbanas.
Marina Scarpelli

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Biogeografia do século XXI: a integração do espaço, tempo e forma ... finalmente!
Organizador: Claudio José Barros de Carvalho
Moderador: Eduardo Andrade Botelho de Almeida  

1. Biogeografia Integrativa, desafios e perspectivas.
Ubirajara de Oliveira
2. A história que as aves das áreas alagáveis da Amazônia podem contar sobre a evolução da paisagem e sobre as potenciais ameaças a estes ambientes.
Camila Cherem Ribas
3. Padrões de distribuição de abundância e biomassa de Diptera nos neotrópicos.
Rodrigo dos Santos Machado Feitosa
4. Uso de modelos de covariancia para distinguir diferenciação de nicho por processos neutros ou adaptativos.
José Alexandre Felizola Diniz Filho
5. Diversificação de anfíbios em montanhas do sul da floresta Atlântica: evolução de nichos climáticos, filogenômica e microendemismo.
Marcio Roberto Pie
6. Modelos biogeográficos e os métodos baseados em eventos.
Peter Löwenberg Neto
7. Biogeografia de padrão: reflexões e perspectivas.
Silvio Shigueo Nihei
8. Dos neotrópicos para o mundo: a biogeografia das formigasaranha.
Rodrigo dos Santos Machado Feitosa
9. Por que os dípteros ocorrem na América do Sul? A evolução das moscas domésticas na região.
Claudio José Barros de Carvalho
10. Histórias de abelhas e histórias de flores na América do Sul durante o Cenozóico.
Eduardo Andrade Botelho de Almeida
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IV Simpósio Brasileiro sobre Galhas e Galhadores
Organizador: Jean Carlos Santos
Moderadora: Maria Virginia Urso Guimarães

1. Padrões de diversidade insetos galhadores da Mata Atlântica.
Jean Carlos Santos
2. Filogenia de Stephomyia.
Valéria Cid Maia
3. Ecologia da diversidade funcional de galhas de insetos: uma primeira visão.
Milton de Souza Mendonça Júnior
4. Caracterização de galhas, galhadores e fauna associada em um fragmento de Mata Estacional Semidecidual no entorno da Caverna Itambé, no município de Altinópolis, São Paulo.
Maria Virginia Urso Guimarães
5. On the mechanisms that underly gall induction by insects.
Geraldo Wilson Afonso Fernandes
6. O renascimento dos estudos de galhas e galhadores no Brasil: uma revisão cienciométrica dos últimos 30 anos de pesquisas.
Walter Santos de Araújo
7. O website Galhas de insetos do Brasil: uma ferramenta para a diversidade.
Ismael Cividini Flor
8. Atualidades no processo de indução e desenvolvimento de galhas no sistema Ficus-vespas: planta e inseto podem ter interesses em comum?
Rodrigo Augusto Santinelo Pereira
9. Contribuições aos estudos de interação planta-hospedeira e galhadores no estado do Tocantins.
Claudia Scareli-Santos
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Programa de Capacitação em Taxonomia – PROTAX: resultados e perspectivas.
Organizadora: Luciane Marinoni
Moderadora: Lisiane Dilli Wendt

1. 10 anos do PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM TAXONOMIA - Resultados Gerais do PROTAX desde sua implantação em 2005 até 2015.
Luciane Marinoni
2. Resultados do PROTAX – Zoologia.
Lisiane Dilli Wendt
3. Resultados do PROTAX – Microbiologia.
Manuela da Silva
4. Resultados do PROTAX – Botânica.
Leonor da Costa Maia
5. Mesa redonda. 
Luciane Marinoni - SBZ
Manuela da Silva - SBM
Leonor da Costa Maia - SBB
Fernando da Costa Pinheiro - Coordenação do Programa de Pesquisa em Gestão de Ecossistemas- COGEC/CGCTM.

Representante da CAPES – a ser definido
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Refauna: repatriação da informação da fauna brasileira depositada em Museus estrangeiros e o Catálogo Taxonômico da Fauna do Brasil.
Organizador: José Albertino Rafael
Moderador: Hussam Zaher

1. Programa Refauna - ano 1.
José Albertino Rafael
2. Programa Reflora 2010-2017, muito além do repatriamento.
Rafaela C. Forrza
3. Atualizações do Catálogo Taxonômico da Fauna do Brasil.
Hussam Zaher
4. Continuidade do Programa Refauna e gerenciamento de dados pelo SIBBr.
Repres. MCTIC ou MMA
5. Briozoários marinhos do Brasil: resgate da diversidade depositada em coleções científicas.
Ana Carolina Almeida
6. Recuperando o conhecimento sobre a diversidade do Filo Mollusca no Brasil dispersa pelos museus de história natural do mundo: gastrópodes marinhos nas coleções zoológicas do ‘Natural History Museum’, Londres e ‘Museum National d´Histoire Naturelle’, Paris.
Alexandre Dias Pimenta
7. Repatriação de dados das espécies de soldadinhos brasileiras em dois museus europeus (Insecta: Hemiptera: Auchenorrhyncha: Membracidae).
Olívia Evangelista
8. REFAUNA: importância e contribuição ao conhecimento da diversidade brasileira de Thysanoptera

Élison Fabrício B. Lima
9. A repatriação de informações e perspectivas para as pesquisas em Psychodidae (Diptera) no Brasil.
Danilo Pacheco Cordeiro
10. Avanços no conhecimento dos Eumeninae (Hymenoptera, Vespidae) brasileiros e neotropicais e a importância do Programa REFAUNA neste contexto.
Marcel Hermes
11. Contribuições de naturalistas europeus para o conhecimento da fauna brasileira de abelhas e vespas (Hymenoptera: Anthophila, Chrysididae): Desafios presentes para reconhecimento dessa diversidade.
Eduardo Andrade Botelho de Almeida
12. A importância dos Museus de História Natural de Londres e Paris na diversidade das vespas sociais brasileiras.
Alexandre Somavilla
13. Redescobrindo os Tephritoidea (Diptera) brasileiros depositados nos museus europeus.
Lisiane Dilli Wendt
14. Sobre os tipos brasileiros de Tabanidae (Diptera): conhecimento atual e perspectivas futuras.
Tiago Krolow
15. Buprestidae no Brasil: resgate de informações em museus europeus.
Marcela Monné
16. Dados e imagens de mais de 300 espécies brasileiras de Staphylinidae (Coleoptera) descritas por Max Bernhauer.
Edilson Caron
17. Resgate da contribuição dos naturalistas franceses para o conhecimento da biodiversidade brasileira Histeridae (Insecta: Coleoptera).
Fernando Leivas
18. Tipos de besouros rola-bostas do Brasil depositados no exterior e os nomes dos nossos bichos.
Fernando Vaz de Mello
19. Recuperando informações da fauna brasileira depositada no Museu Nacional de História Natural do Smithsonian: com foco em Formicidae.
Itanna Oliveira Fernandes
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V Simpósio de Coleoptera
Organizador: Adelita Maria Linzmeier
Moderador: Fernando Leivas

1. The reasons and importance of the Identification Centers.
Alexander Sacha Konstantinov
2. Desafio dos Melolonthidae de interesse aplicado.
Mariana Alejandra Cherman
3. Diversidade de besouros da Caatinga.
Luciana Iannuzzi
4. Besouros, conservação e legislação.
Rafael Vieira Nunes
5. Coleópteros de caverna.
Kleber Makoto Mise
6. Besouros de interesse nas Ciências Forenses.
Rodrigo César Corrêa
7. Carabidologia no Brasil: desafios para novos desbravadores.
Letícia Maria Vieira
8. Tenebrionidae: conhecimento atual e novas perspectivas.
Sergio Zucateli Aloquio Junior
9. Brentidae Neotropical: uma visão geral com ênfase no estado do conhecimento sobre os Apioninae do Brasil.
Wesley Oliveira de Sousa
10. Caryedes (Chrysomelidae, Bruchinae): Estudo taxonômico e importância para a área aplicada.
Isaac Reis Jorge
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VI Simpósio de Diptera
Organizador/Moderador: Carlos José Einicker Lamas
Mediadora: Vera Cristina Silva

1. Cecidomiídeos não galhadores do Mato Grosso do Sul (Lestremiinae, Porricondylinae e Winnertziinae).
Maria Virginia Urso Guimarães
2. Desvendando o Novo Mundo: o que resta a descobrir sobre a riqueza de Syrphidae na Região Neotropical.
Mirian N. Morales
3. A fauna de Diptera no PNEmas.
Sarah Oliveira
4. Análise espacial de Nyssomyia (Diptera, Psychodidae, Phlebotominae).
Paloma Helena Fernandes Shimabukuro
5. Nordeste: Deus "esqueceu" de diversificar os Diptera neste pedacinho do Brasil?
Francisco Limeira
6. Puyehuemyia chandleri, primeira ocorrência da família Opetiidae no Hemisfério Sul e implicações evolutivas.
Dalton de Souza Amorim
7. Um histórico da trajetória das mulheres na dipterologia.
Rafaela Lopes Falaschi
8. O que a amostragem da fauna neotropical tem a nos dizer? Reconstruindo a filogenia molecular dos Diptera Calyptratae.
Silvio S. Nihei 
9. Dipterologia no século XXI: impedimento taxonômico e extinções em massa no Antropoceno.
Charles Morphy
10. Sistemática de Richardiidae (Diptera): uma tentativa de esclarecer os problemas taxonômicos na família.
Lisiane Dilli Wendt
11. Mesa redonda: "Desafios e perspectivas para a nova geração de Dipteristas".
Sarah Oliveira
Fernando Carvalho-Filho
Kirstern Lica Haseyama
Ramon Mello
Vera Cristina Silva
12. Phylogenomics of Sphaeroceroidea (Diptera) with an emphasis on the phylogenetic placement of South American Teratomyzidae
Keith Mohr Bayless
13. Os rumos da Dipterologia brasileira: o estabelecimento de um plano de metas para os próximos 10 anos.
Carlos José Einicker Lamas
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VI Simpósio Iberoamericano sobre Biodiversidade de Turbelários – VI SIT
Organizadora: Ana Maria Leal-Zanchet
Moderador: Fernando Carbayo
Moderadora: Marta Riutort
Moderadora: Cristina Damborenea
Moderador: Francisco Brusa

1. Biogeografía de un género viajero, Girardia (Platyhelminthes, Tricladida): de Sudamérica a Norteamérica y de ahí a conquistar el mundo.
Marta Riutort
2. Los temnocéfalos simbiontes de crustáceos dulceacuícolas endémicos de México: implicaciones taxonómicas, biogeográficas y evolutivas.
Andrés Martínez-Aquino
3. Diversidad específica y variabilidad morfológica en temnocéfalos (Platyhelminthes Temnocephalida) asociados a Ampullariidae (Mollusca, Gasterópoda).
Cristina Damborenea
4. Diversidade dos temnocefalídeos (Platyhelminthes, Dalytyphloplanida) na região sul do Brasil e sua implicação na preservação dos ambientes aquáticos.
Samantha A. Seixas
5. Diversidad morfológica de planarias paludícolas del litoral Parano-Platense en Argentina
Francisco Brusa
6. Observaciones sobre el ciclo de vida de Macrostomum velastylum (Macrostomorpha) en laboratorio.
Mariana Adami
7. Biología reproductiva y poblacional de la planaria de agua dulce Girardia capacivasa (Platyhelminthes, Tricladida)
Marina Lenguas Francavilla
8. Hidroperíodo e complexidade de habitat influenciando a riqueza e abundância de microturbelários em áreas úmidas de altitude.
João Braccini
9. Diversidade taxonômica de planárias terrestres em ambientes espeleológicos neotropicais.
Ana Maria Leal-Zanchet
10 . Mais espécies crípticas de Choeradoplana?
Fernando Carbayo
11. Planárias terrestres do gênero Pasipha (Platyhelminthes: Tricladida): como diferenciá-las?
Silvana Amaral
12. Novas tecnologias perseguem as planárias: aplicação das ferramentas de NGS em duas espécies de planárias terrestres.
Marta Alvarez Presas
13. Diversidad de policlados en la bahía de Araçá.
Verónica Bulnes
14. Diversity and areas of endemism of land planarians (Platyhelminthes, Tricladida) in the southern Atlantic forest.
Domingo Lago-García
15. Planárias terrestres Neotropicais: história evolutiva integrando morfologia, filogenética e filogenômicar.
Victor Hugo Valiati
16. Preguiça para comer e ânimo para fugir: comportamento de Luteostriata abundans diante de suas presas e seus predadores.
Piter Boll
17. Diferenciação de espécies do gênero Paraba (Platyhelminthes: Geoplanidae) ocorrentes no sul do Brasil.
Ilana Rossi

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VII Simpósio de Orthoptera: Desafios e perspectivas para a Orthopterologia na América Latina
Organizador: Neucir Szinwelski
Moderador: Pedro Guilherme Barrios de Souza Dias
1. VII Simpósio de Orthoptera: desafios e perspectivas para a orthopterologia da América Latina.
Pedro Guilherme Barrios de Souza Dias
2. Orthoptera Species File as a tool to maximize the efficiency of taxonomic tasks.
Maria Marta Cigliano
3. Acoustic monitoring as a tool for Orthoptera conservation and species Discovery.
Klaus Riede
4.Chromosome evolution in South American Melanoplinae (Orthoptera: Acrididae).
Elio Rodrigo Castillo
5. Biogeographic studies within the Neotropical Romaleinae (Orthoptera, Acridoidea, Romaleidae).
Martina Pocco
6. O maravilhoso e secreto mundo dos Tetrigidae.
Daniela Santos Martins Silva
7. Complexo fálico de grilos Landrevinae (Grylloidea, Gryllidae): proposição de homologias para reconstrução histórica.
Darlan Rutz Redü
8. Como grilos nos ajudam a compreender a seleção sexual?
Gabriel Lobregat de Oliveira
9. O gênero Eidmanacris Chopard, 1956 (Grylloidea, Phalangopsidae): hipótese de relacionamento filogenético e distribuição.
Lucas Denadai de Campos
10. A diversidade de Orthoptera em terra Brasilis: estado da arte.
Marcos Gonçalves Lhano
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A fauna de vespas dos maiores biomas brasileiros. Estado da Arte.
Organizador/Moderador:Marcio Luiz de Oliveira

1. Caatinga
Sérgio Andena
2. Mata Atlântica
Marcos Magalhães
3. Amazônia
Alexandre Somavilla
4. Cerrado
Gilberto Mendonça
5. Social wasps associated with vertebrate carrion in Brazil.
José Nazareno Araújo dos Santos
6. Vespas sociais no estado de MG, o mais bem amostrado do País.
Marcos Magalhães
7. Aplicabilidade dos estudos de história natural em vespas sociais.
Fábio Prezotto
8. História evolutiva de vespas enxameadoras neotropicais: integrando citogenética, filogeografia e filogenômica.
Rodolpho S. T. Menezes
9.Impacto da Civilização Humana na Ecologia Comportamental de Polistinae.
Bruno C. Barbosa
10. Avanços nos estudos em Eumeninae (Hymenoptera, Vespidae) Brasileiros e Neotropicais nos últimos 15 anos e perspectivas futuras.
Marcel Hermes
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III Simpósio Brasileiro de Biologia Subterrânea – o que sabemos e o desafio da efetiva conservação de habitats subterrâneos na América Latina.
Apresentadora/Organizadora: Maria Elina Bichuette
Moderador: Jonas Eduardo Gallão
Moderadora: Camile Sorbo Fernandes
1. Histórico da Espeleobiologia na América do Sul – Espaço e Tempo e a Biota Subterrânea.
Maria Elina Bichuette
2. Diversidade e Conservação dos Miriápodes Subterrâneos na América do Sul.
Amazonas Chagas-Junior
3. Diversidade e sistemática dos opiliões troglóbios da América do Sul: estado da arte e perspectivas.
Abel Perez Gonzalez
4. Estudos ecológicos em ambientes subterrâneos na América do Sul – dados comparáveis?
Tamires Zepon
5. Distinção taxonômica e lacunas de conhecimento para ambientes subterrâneos brasileiros – uma abordagem aplicada à conservação.
Jonas Eduardo Gallão
6. A visão molecular da biodiversidade cavernícola.
Guilherme Oliveira
7. Mineração e conservação de relictos subterrâneos: Influência da paisagem sobre as comunidades de troglóbios de cavernas ferruginosas.
Rodolfo Jaffé Ribbi
8. Diversidade da biota cavernícola da Colômbia (Peixes).
César A. Castellanos-Morales
9. Fauna de Cavernas y Otros Ambientes Dulceacuícolas Subterráneos de Argentina ¿Cuánto Sabemos?
Marcela Alejandra Peralta
10.Os isópodes terrestres (Crustacea, Isopoda, Oniscidea) cavernícolas Sul Americanos: uma diversidade a ser explorada.
Ivanklin Soares Campos Filho
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Simpósio da Sociedade Brasileira de Malacologia: Desafios e perspectivas para a Malacologia na América Latina.
Medidora: Sonia Barbosa dos Santos

1. Os grandes desafios para o crescimento da Malacologia no Brasil.
Sonia Barbosa dos Santos
2. A integração de acervos particulares na Coleção do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Alexandre Dias Pimenta
3. A lista dos moluscos brasileiros: estado da arte e perspectivas.
Luis Ricardo Lopes de Simone
4. Diversificando ferramentas no estudo de Mollusca para compreender a plasticidade fenotípica dos caracteres conquiliológicos.
Eliane Pintor de Arruda.
5. A pesquisa malacológica e as coleções biológicas frente à Nova Lei da Biodiversidade.
Daniel Mansur Pimpão
6. O método RAPELD na padronização de coletas em ecologia de moluscos terrestres.
Sonia Barbosa dos Santos
7. Grupos pouco estudados na malacologia marinha.
Cléo Dilnei de Castro Oliveira
8. Moluscos como pragas agrícolas e o agronegócio no Brasil.
Suzete Rodrigues Gomes
9. Moluscos e a transmissão de zoonoses frente às mudanças climáticas.
Silvana Carvalho Thiengo
10. Estudos multidisciplinares e parcerias interinstitucionais: estratégias para superar a crise econômica atual e promover as pesquisas em Malacologia.
Monica Ammon Fernandez
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Zoólogos amadores: história, dificuldades presentes, legais e operacionais e suas consequências.
Organizador/Moderador: Hélcio R. Gil Santana

1. Definição dos termos amador, autônomo e coleção particular; visão geral.
Hélcio R. Gil Santana
2. Amadores e autônomos em zoologia no exterior: visão atual. E no Brasil?
Olaf H. H. Mielke e Carlos G. C. Mielke
3. Entomólogos nativos, autodidatas e suas contribuições.
Olaf H. H. Mielke e Carlos G. C. Mielke
4. Dano ambiental: comprovada ausência em diversas atividades zoológicas práticas.
Olaf H. H. Mielke e Carlos G. C. Mielke
5. Aspectos jurídicos. Sim, non, cur. Visão geral de princípios Constitucionais, legais e regulamentares.
Hélcio R. Gil Santana
6. Aspectos jurídicos. Sim, non, cur. O que pode e deve ser mudado.
Hélcio R. Gil Santana
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Desafios da gestão do conhecimento na elaboração e implementação de instrumentos efetivos de conservação da biodiversidade
Organizadora: Ana Elisa Bacellar 

1. Como pautar pesquisas para a conservação?
Ana Elisa Bacellar
2. O papel das sínteses de conhecimento para a tomada de decisão.
Rafael Loyola
3. A importância da divulgação científica para que a ciência alcance os atores interessados.
Denise de Oliveira ou Martha Marandino
4. A participação da comunidade científica nos processos de avaliação de espécies e planos de ação nacionais de espécies ameaçadas de extinção.
Rogério Cunha de Paula
5. A participação da sociedade no programa de monitoramento da biodiversidade do ICMBio.
Katia Torres Ribeiro ou Tathiana Chaves de Souza
6. A visão da comunidade científica sobre a participação nos processos de tomada de decisão em conservação.
Luiz Fábio Silveira
7. O papel dos sistemas SALVE, SISBIO e PortalBio na gestão de dados de biodiversidade.
Rodrigo Jorge
8. O papel do SIBBr e suas ferramentas de apoio à tomada de decisão na gestão da biodiversidade.
Andrea Portela
9. Desafios de gestão e integração de bases de dados sobre biodiversidade.
Eduardo Dalcin
10. Ferramentas de modelagem como apoio à tomada de decisão em conservação.
Marinez Siqueira ou Katia Ferraz

 

 

DOMINGO, 25/02/2018
HORÁRIO: DAS 
8h00 às 18h00*
 REALIZAÇÃO DOS MINICURSOS PRÉ-CONGRESSO**:
*Intervalo para almoço das 12h00 às 14h00.
**Os minicursos do dia 25/02 iniciam-se às 8h00 desse dia e encerram-se no dia 26/02 às 18h00.
Para inscrição clique: aqui


 

1. Identificação de famílias de Diptera.
Ministrantes:
Adriana Couto Pereira (IFPR) (http://lattes.cnpq.br/1396250950007326)

Diaine Cortese (IFPR) (http://lattes.cnpq.br/0586698901472290)
E
menta: A ordem Diptera e suas principais subdivisões. Características anatômicas e morfológicas de interesse na identificação. Principais chaves de identificação disponíveis para o Brasil. Prática: Identificando “Nematocera”. Prática: Identificando Brachycera.

Carga horária: 12h
Datas de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.

Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 12 e Máxima 25.
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2. Análise e edição de sequências de DNA para estudos filogenéticos e filogeográficos
Ministrante:
Aline Cristina Martins (UnB) ( http://lattes.cnpq.br/3827305811455347)

Ementa: Esse minicurso se propõe a apresentar diversas ferramentas de edição e análise de sequências de DNA, para sua utilização em estudos filogenéticos e filogeográficos. Para aqueles que coletam dados próprios, abordaremos as formas de avaliar a qualidade do sequenciamento, produzir consensos e, ainda, desenhar e testar novos primers para aumentar a eficácia do trabalho em laboratório. Também abordaremos os métodos de busca e comparação de sequências em bases online. E ainda, atendendo a um pré-requisito de todas revistas da área, abordaremos a submissão de sequências ao GenBank, incluindo anotação prévia exigida por essa base. O curso será fundamentalmente prático e os alunos poderão utilizar dados próprios e/ou de trabalhos publicados.
Carga horária: 10h
Local: Jardim Universitário
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018
*Vagas: Mínimo 12 e Máxima 20.
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3. Biologia e identificação de borboletas

Ministrantes:
André Roberto Melo Silva (UNA) (http://lattes.cnpq.br/5847586988840879)

Marina do Vale Beirão (UFOP) (http://lattes.cnpq.br/1582175871752597)
Ementa: Durante o curso serão apresentados os conceitos gerais sobre a biologia da ordem Lepidoptera (morfologia, comportamento, ciclo de vida, alimentação, reprodução), descrição e caracterização das seis famílias e das principais subfamílias de borboletas e a teoria sobre os métodos de coleta de borboletas. Além disso, será realizada uma aula prática em campo sobre as principais metodologias de coleta de lepidópteros e visualização de exemplos de aspectos comportamentais e identificação das famílias, subfamílias, gêneros e quando possível, de espécies.
Carga horária: 12h

Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 12 e Máxima 30.
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6. Ecologia de comunidades de macroinvertebrados – ferramenta para avaliação da qualidade ambiental em ambientes límnicos.

Ministrantes:
Edinalva Oliveira (http://lattes.cnpq.br/3363267654037838)

Ana Aparecida Nogueira Meyer (Universidade Positivo) (http://lattes.cnpq.br/0751391522553967)
Ementa: Caracterização dos ambientes límnicos (sistemas lóticos e lênticos). Protocolo de Avaliação da Diversidade de Habitats em Trechos de Bacias Hidrográficas. O papel das Macrófiitas aquáticas e biotipos ecológicos de macrófitas nos ambientes limnicos. Estrutura das comunidades de macroinvertebrados. Guildas tróficas e guildas ambientais em comunidades de macroinvertebrados. Principais técnicas para coleta, preservação e ferramentas para identificação de macroinvertebrados. Fundamentos do índice Biological Monitoring Working Party System (BMWP) de avaliação da qualidade ambiental para ecossistemas limnicos com base nos Macroinvertebrados. Espécies exóticas invasoras de macroinvertebrados e alterações na estrutura de comunidade de macroinvertebrados. Ecologia de populações de Moluscos Limnicos – com ênfase na Biologia Reprodutiva.
Carga horária: 15h
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 12 e Máxima 30.
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7. Insetos aquáticos indicadores de integridade ambiental: teoria e prática
Ministrante:
Erika Mayumi Shimabukuro (UFSCar) (http://lattes.cnpq.br/2984229588673612)

Carolina Vieira da Silva (EDUVALE) ( http://lattes.cnpq.br/5261944912844021)
Ementa: Este curso teórico-prático visa ressaltar a importância da comunidade de insetos para os ecossistemas aquáticos, e sua aplicação em programas de avaliação ambiental. Além de adquirirem os conceitos teóricos envolvendo a biologia, a ecologia dos insetos aquáticos e o seu uso como indicadores ambientais, os alunos realizarão uma atividade de campo na qual serão abordados os métodos de amostragem da fauna e mensuração de variáveis ambientais. O processamento das amostras e a análise dos organismos serão realizados posteriormente em laboratório com auxílio de estereomicroscópios, pinças e placas de petri. Eventualmente, microscópios poderão também ser utilizados para análise de determinadas estruturas morfológicas. Ao final do curso, os dados obtidos serão analisados através da aplicação de índices bióticos e ferramentas estatísticas.
Carga horária: 12h
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 12 e Máxima 25.
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9. Diversidade e biogeografia de 'peixes' neotropicais de água doce.

Ministrante:
Fernando Rogério de Carvalho (UFMS) (http://lattes.cnpq.br/2546070466753742)

Tiago Pinto Carvalho (UFRGS) (http://lattes.cnpq.br/4604053559093601)
Ementa: A ictiofauna neotropical é uma das mais ricas em espécies do planeta, com estimativa de 8000-9000 espécies. Descrever e entender sistematicamente essa diversidade é um desafio para os ictiólogos neotropicais. Para introdução no assunto, propomos a caracterização geral das principais ordens de peixes dulcícolas neotropicais e comentários de suas relações evolutivas, bem como particularidades da biologia, ecologia e padrões biogeográficos. Para caracterização dos grupos taxonômicos, apresentaremos os principais caracteres diagnósticos que permitem reconhecer as principais ordens, famílias e gêneros. Em biogeografia abordaremos alguns padrões e processos biogeográficos, segundo os principais atributos da história de vida de algumas espécies, associados com a história geológica da região neotropical e as mudanças evolutivas que permitiram a sobrevivência e diversificação desses táxons no neotrópico.
Carga horária: 16h
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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10. Ações antrópicas e sucesso adaptativo de Aedes (Stegomyia) aegypti (Linnaeus, 1762), Aedes (Stegomyia) albopictus (Skuse, 1894) e dificuldades para vigilância e controle do vetor.

Ministrante:   João Antonio Cyrino Zequi (UEL) (http://lattes.cnpq.br/7409155095644588)
Ementa: Histórico de Aedes aegypti e Aedes albopictus no Brasil. Processos adaptativos perante ações antrópicas e mudanças ambientais. Caracteres anatômicos para identificação de Aedes aegypti e Aedes albopictus. Programas de Vigilância e Controle do Aedes no Brasil e novas tecnologias. Estudo de caso sobre vigilância e controle de Aedes adotado na Universidade Estadual de Londrina.
Carga horária: 16h
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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11. Conservação e produção sustentável: comportamento e distribuição de onça-pintada em uma fazenda no Pantanal
Ministrante:

Julio Cesar de Souza (UFMS) ( http://lattes.cnpq.br/7184145116208107)
Ementa: Possibilitar aos participantes um conhecimento sobre o Pantanal. A inserção e importância das fazendas de pecuária para região e o uso de forma sustentável para pecuária; a conservação de animais silvestres em especial as onças-pintadas em uma fazenda pantaneira; comportamento das onças ao predar o gado; o homem pantaneiro. Interação homem x meio ambiente – sustentabilidade; quais caminhos percorrer para preservar meio ambiente (ecologia e conservação).
Carga horária: 16h
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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12. Tafonomia – ou “como esse fóssil chegou até aqui?”
Ministrante:
Kamila Luisa Nogueira Bandeira (Museu Nacional/UFRJ) (http://lattes.cnpq.br/9936981889817493)

Ementa: Dentro do campo da Paleontologia, a tafonomia é a disciplina que estuda a formação dos fósseis, investigando todos os processos desde a morte do organismo até a exposição final, ou seja, quando o fóssil é descoberto pelos paleontólogos. Serão abordados neste curso os diversos processos envolvidos tais como transporte, decomposição, diagênese e fossilização, além das informações paleobiológicas (como reconstrução de paleoambientes e relações ecológicas desses organismos) que podem ser obtidos por estudos tafonômicos. Também será enfatizado a actuopaleontologia, ramo da Tafonomia onde se utilizam experimentos com espécies atuais de modo a responder problemas paleontológicos e paleoecológicos, assim como o uso da paleobiologia como ferramenta para a Biologia da Conservação.
Carga horária: 16h
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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16. Introdução à ilustração zoológica
Ministrante:
Oscar Akio Shibatta (UEL) (http://lattes.cnpq.br/7655450575101641)

Ementa: Noções de ilustração científica aplicada à Zoologia, com vistas à elaboração de desenhos para publicação em periódicos científicos.
Carga horária: 12h
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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19. R versus zoólogos: será que dá match?
Ministrante:
Priscila Lemes de Azevedo Silva (Unesp-Rio Claro) (
http://lattes.cnpq.br/7228776843625214)
Fabiana Gonçalves Barbosa (http://lattes.cnpq.br/9150197992912194)
Ementa: No passado, usávamos programas estatísticos e de SIG, mas isso implicava a disponibilidade de programas gratuitos ou compra de programas. Nos últimos anos, a crescente popularização do R mostra a facilidade de trabalhar com essa linguagem voltada para análise de dados. Hoje, boa parte da comunidade acadêmica usa o R como programa principal para suas análises. Então, neste minicurso, nós (ministrantes) apresentaremos o ambiente R para vocês (zoólogos - participantes do minicurso). O participante aprenderá noções básicas de funções/comandos para (i) realizar testes/análises estatísticas e (ii) criar/editar gráficos e mapas no ambiente R. E ai, será que vai dar match? (Este minicurso não tem como objetivo ensinar estatística – ele visa apenas a sua aplicação prática no ambiente R)
Carga horária: 12h
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 12 e Máxima 20.

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20. Biodiversidade em insetos; curiosidades, principais grupos, coleta e as grandes coleções entomológicas do Brasil.
Ministrante:   Rafael Campos de Barros (UEL) (
http://lattes.cnpq.br/5917795313040299)
Ementa: Biodiversidade e importância dos insetos. Métodos e equipamentos de coleta. Confecção, preparo e cuidados para se montar uma gaveta entomológica. Grandes coleções entomológicas do Brasil.
Carga horária: 16h
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 12 e Máxima 30.
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22. Biogeografia e co-evolução.

Ministrante:
Silvio S. Nihei (USP) (http://lattes.cnpq.br/0716590092952409)

Daniel Maximo Corrêa de Alcantara (USP) (http://lattes.cnpq.br/1319133617898509)
Ementa: Bloco 1 - Biogeografia: Conceitos fundamentais. Áreas de distribuição e áreas de endemismo. Processos (vicariância, dispersão, extinção). Sistemas teóricos em Biogeografia e seus métodos analíticos. Métodos de padrão e de eventos. Exercícios computacionais. Bloco 2 - Co-evolução (ou métodos co-filogenéticos): Conceitos básicos e como eles moldaram nossa forma de interpretar associações entre organismos. O Paradigma de Estocolmo e sua importância na compreensão de associações ecológicas. Métodos de congruência, métodos de eventos e suas diferenças. Exercícios computacionais.
Carga horária: 16h
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 12 e Máxima 20.
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25. Cupins, baratas sociais? Noções de ecologia, evolução e identificação.
Ministrante:
Tiago Fernandes Carrijo (UFABC) (http://lattes.cnpq.br/4916785891018852)

Adriana Carolina Cuezzo (MZUSP) (http://lattes.cnpq.br/6893918590317313)
Joice P. Constantini (MZUSP) (http://lattes.cnpq.br/9954274190756596)
Ementa: Os cupins são insetos eussociais com reconhecida importância ecológica e econômica. O estudo e conhecimento do grupo na região Neotropical se incrementou nas últimas décadas desde áreas clássicas, como a taxonomia, até abordagens recentes como metagenômica de seus simbiontes intestinais. O Brasil possui o maior número de pesquisadores trabalhando com cupins no mundo, e o objetivo deste minicurso será apresentar as principais linhas de pesquisa para alunos de graduação que queiram ter um primeiro contato com o grupo, assim como ser ferramenta para atualização de profissionais que já trabalham com cupins.
Carga horária: 16h
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 12 e Máxima 30.
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26. Desenvolvimento do olhar zoológico: o uso da fotografia como metodologia científica.
Ministrante:   Yuri Fanchini Messas (Unicamp) (http://lattes.cnpq.br/0737732726710907)
Ementa: O rápido desenvolvimento tecnológico que vem ocorrendo ao longo das últimas décadas transformou a fotografia digital em uma poderosa ferramenta metodológica em estudos científicos. Apesar do crescente interesse de pesquisadores em explorar o potencial da Fotografia em trabalhos sobre zoologia, ecologia, comportamento, taxonomia e história natural, o uso da Fotografia na Biologia ainda é pouco explorado no Brasil. Este curso teórico-prático objetiva estimular o desenvolvimento do olhar biológico e despertar nos participantes o interesse pelo incrível mundo da Fotografia Científica Ambiental.
Carga horária: 16h
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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30. Zoologia na era digital: produção multimídia para divulgação científica
Ministrante:
José Sabino (UNIDERP) (
http://lattes.cnpq.br/9198286227068321)
Ementa: O minicurso pretende fornecer ferramentas de documentação, registro e divulgação de zoologia. Conceitos básicos de comunicação, técnicas de produção multimídia para divulgação e estratégias de popularização da ciência. Bases da produção audiovisual na era digital. Produção de material para diferentes mídias. Uso de equipamentos de fotografia, vídeo e áudio em divulgação de zoologia. Conteúdo multimídia como instrumento de ensino e conservação. Estudos de caso de conservação da fauna brasileira. Curadoria de conteúdo multimídia em zoologia.
Carga horária: 16h
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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31. A bioacústica como ferramenta de estudo e conservação de baleias e golfinhos.

Ministrante:
Lilian Sander Hoffmann (UFRGS) (http://lattes.cnpq.br/9894474384094223)

Ementa: Cetartiodactyla: biologia e evolução. Origem e evolução das estruturas acústicas. Principais propriedades físicas dos sons no ambiente aquático. Produção e recepção de sinais acústicos por cetáceos. Adaptações morfológicas e fisiológicas dos cetáceos para emissão e recepção sonoras. Significados ecológico e etológico da emissão e recepção de sons (ecolocalização e sons de comunicação). Estrutura acústica e caracterização dos tipos de sons emitidos. Principais equipamentos para aquisição e interpretação de sinais acústicos. Técnicas de campo e análise dos sinais. Poluição sonora para cetáceos: principais fontes geradoras de ruído. Bioacústica e conservação.
Carga horária: 12h
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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32. Ecologia das comunidades de aves marinhas

Ministrante:
Joaquim Olinto Branco (UNIVALI) (
http://lattes.cnpq.br/3241905846920207)

Ementa: Introdução ao tema, principais metodologias utilizadas no estudo das comunidades. Estratégias reprodutivas e de alimentação em aves marinhas continentais e oceânicas. Interação entre pescadores e aves marinhas e programas de conservação no Brasil.
Carga horária: 16h
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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33. Técnicas de amostragem do comportamento animal

Ministrante:
Luciana Barçante (UERJ) (
http://lattes.cnpq.br/4816789815122787)

Cristiano Schetini de Azevedo (UFOP) (http://lattes.cnpq.br/0765515202045181)
Ementa: Fazer uma breve introdução ao estudo do comportamento animal. Abordar o que é etologia e apresentar as principais metodologias de coleta de dados comportamentais. Realizar a prática das principais metodologias de coleta de dados comportamentais. Introduzir os principais tipos de análises de dados comportamentais. Abordar o papel do estudo do comportamento animal na conservação das espécies animais, com a exemplificação de estudos e métodos que podem ser aplicados durante ações de proteção a espécies ameaçadas.
Carga horária: 16h
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Parque das Aves
*Vagas: Mínimo 12 e Máxima 30.


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35. Role Playing Game (RPG) e Jogos Eletrônicos: suas potencialidades como ferramentas facilitadoras no ensino e educação, com ênfase em Ciências e Biologia.
Ministrante:
Fabrício da Costa Caxias (Escola Bosque Eidorfe Moreira) (
http://lattes.cnpq.br/9396789120281175)
Ementa: O minicurso trata de fundamentos do uso de Role Playing Games (RPG) e Jogos Eletrônicos na educação, com uma maior ênfase na disciplina de Biologia em vários níveis de educação básica.
Carga horária: 16h
Data de Realização: Domingo, 25/02/2018 e Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 12 e Máxima 30.


*A realização do minicurso está condicionada ao preenchimento mínimo de vagas por turma. Não atingindo esse mínimo, a comissão organizadora se reserva no direito de cancelar o minicurso e o participante inscrito será remanejado a outro minicurso de seu interesse ou pode solicitar o cancelamento da inscrição para o minicurso.

SEGUNDA-FEIRA,26/02/216
HORÁRIO: DAS 
8h00 às 18h00*
 REALIZAÇÃO DOS MINICURSOS PRÉ-CONGRESSO:
*Intervalo para almoço das 12h00 às 14h00.
Para inscrição clique:
 aqui


4. Utilização de experimentos para o teste de hipóteses ecológicas e evolutivas
Ministrante:

Bruno Renaly Souza Figueiredo (UEM) (http://lattes.cnpq.br/8293145757533976)
Ementa: O minicurso versará sobre a importância histórica da utilização da experimentação para o progresso do conhecimento vigente e validação de teorias clássicas na Zoologia e na Ecologia. Inicialmente, é fundamental elucidar as premissas do método científico. Entender a planejar, analisar e interpretar experimentos manipulativos (inteiramente casualizado, blocos casualizados e fatorial) e estudos observacionais em biologia, para finalmente, mostrar exemplos de teorias clássicas na Zoologia e Ecologia que foram testadas experimentalmente, apenas recentemente, como a explicação da torção observada em Gastropoda. Além disso, mostrar a importância de investigar a capacidade adaptativa de espécies frente as mudanças climáticas do Antropoceno. Finalmente, serão propostas discussões a respeito de possíveis pesquisas que podem ser realizadas e que tem potencial para aumentar o conhecimento científico.
Carga horária: 8h
Data de Realização: Segunda feira, 26/02/2018
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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5. Uso de sistema de informação geográfica (SIG) e modelagem aplicados à Zoologia.
Ministrantes:
Camila Palhares Teixeira (UNIFEMM) (
http://lattes.cnpq.br/2563935738990997)
Marina Scarpelli Drummond de Almeida (UFMG) (http://lattes.cnpq.br/5123113003053272)
Ementa: Investigar as relações entre os animais e as variáveis que compõem o ambiente faz parte da ecologia de paisagem, e faz-se necessário para que sejam produzidos dados capazes de auxiliar  planos de manejo e consequentemente estabelecer relações harmônicas entre seres humanos e animais. Pouco se conhece sobre o comportamento espacial de várias espécies de animais, onde se  concentram e o que favorece sua concentração ou dispersão. Nesse contexto, o presente minicurso tem como objetivo a introdução aos conhecimentos teóricos e práticos de Sistemas de Informação  Geográfica (SIG) aplicado à Zoologia utilizando diferentes softwares (ex.:  R  e  DINAMICA  EGO).
Carga horária: 8h
Data de Realização: Segunda feira, 26/02/2018
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 12 e Máxima 20.
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8. Biologia e ecologia do zooplâncton de águas continentais
Ministrante:
Fábio Amodêo Lansac-Tôha (UEM) (
http://lattes.cnpq.br/5221721562923847)
Gilmar Perbiche Neves (UFSCar) (http://lattes.cnpq.br/7499230397814853)
Ementa: Proporcionar aos alunos de graduação e pós-graduação o contato teórico com os principais grupos do zooplâncton de águas continentais, introduzindo os alunos aos conhecimentos gerais desses organismos. Espera-se que o conteúdo aplicado no minicurso permita aos alunos conhecerem alguns dos aspectos biológicos desses organismos, permitindo aos mesmos que os mais interessados ingressem na pesquisa nessa linha. Serão expostas as informações básicas sobre os quatro principais grupos dominantes, utilizando material multimídia e organismos fixados para serem visualizados a olho nu. Por fim, uma síntese geral dos estudos desenvolvidos será apresentada, retomando conhecimentos gerados no histórico da pesquisa desses organismos no Brasil, estado atual e projeções futuras.
Carga horária: 8h
Data de Realização: Segunda feira, 26/02/2018
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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13. Origem e história evolutiva de Anura contada através dos fósseis.
Ministrante:
Lucas Almeida Barcelos (UFABC) (
http://lattes.cnpq.br/1390045943752446)
Fellipe Pereira Muniz (USP-Ribeirão Preto) (http://lattes.cnpq.br/7061275345566539)
Ementa: Este minicurso tem como objetivo geral apresentar a origem e história evolutiva de Anura, apresentando uma abordagem das causas próximas e últimas encontradas ao longo dos eventos de cladogênese na filogenia deste grupo de uma maneira a integrar o conhecimento presente na literatura. Como objetivos específicos: 1) Apresentar os espécimes/espécies mais antigas conhecidas atribuídas a Salientia e Anura; 2) Apresentar as espécies fósseis e viventes, e as diferentes adaptações que possivelmente foram positivamente selecionadas diante as mais variadas pressões seletivas conhecidas atualmente, discutindo-se de uma perspectiva evolutiva; 3) Mostrar uma relação entre a distribuição de espécies pretéritas e as atuais; 4) Fazer um balanço crítico da relação evolução e extinção para espécies fósseis e viventes; 5) Discutir como o registro fossilífero pode contribuir para o entendimento da alta riqueza de Anura em relação à Lissamphibia e perspectivas para estudos futuros.
Carga horária: 8h
Data de Realização: Segunda feira, 26/02/2018
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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14. Taxonomia, identificação e classificação de gafanhotos neotropicais (Orthoptera, Acridoidea).
Ministrante:   Maria Kátia Mattioti da Costa (PUCRS) (
http://lattes.cnpq.br/8443521595233040)
Ementa: Acridoidea é a maior superfamília de gafanhotos dentro da subordem Caelifera. Objetiva-se neste minicurso fornecer conhecimentos básicos e estimular o interesse dos alunos por esses insetos fascinantes. Classificação atual e diversidade dos gafanhotos Neotropicais. Abordagem das principais diferenças entre as famílias e subfamílias das espécies de gafanhotos. Principais caracteres morfológicos externos e internos essenciais para identificação destes insetos. Métodos de coleta, curadoria, principais coleções científicas, pesquisadores e estudos atuais com esse grupo no Brasil. Espera-se com esse minicurso capacitar profissionais para trabalhar com taxonomia de acridóideos nas diversas regiões do Brasil.
Carga horária: 8h
Data de Realização: Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 12 e Máxima 25.
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15. Polinização zoófila
Ministrante:   Miriam Gimenes (UEFS) (
http://lattes.cnpq.br/1642565626072635)
Ementa: Conceitos e princípios da Ecologia da Polinização. Mecanismos de polinização. Atrativos florais primários e secundários. Síndromes Florais. Agentes polinizadores e Zoofilia. Adaptações à coleta e ao transporte dos recursos florais. Coevolução polinizador‐flor. Eficiência do agente polinizador. Polinização aplicada nos trópicos. Agentes polinizadores nativos versus agentes polinizadores introduzidos. Aspectos cronobiológicos da polinização. Métodos utilizados nos estudos de ecologia da polinização.
Carga horária: 8h
Data de Realização: Segunda feira, 26/02/2018
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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17. Desafios para a conservação da biodiversidade: o papel da Ecofisiologia e Ecotoxicologia.
Ministrante:
Patrícia Rodrigues da Silva (PUCRS) (
http://lattes.cnpq.br/1986317495067295)
Tiziane Fernandes Molina (PUCRS) (http://lattes.cnpq.br/5337873692423947)
Ementa: Existe uma crescente preocupação em se identificar os impactos de alterações ambientais sobre diferentes organismos, a fim de elucidar seus efeitos na estrutura de populações, comunidades e ecossistemas. Neste contexto, a Ecofisiologia e a Ecotoxicologia complementam-se na elucidação dos efeitos de alterações naturais ou de origem antrópica nos ecossistemas, com as adaptações de diferentes espécies frente a estas adversidades. Assim, a proposta deste minicurso é propiciar aos participantes a oportunidade de conhecer, discutir e refletir as respostas metabólicas e do balanço oxidativo de diversos táxons frente a alterações ambientais naturais ou antrópicas, sob as perspectivas da Ecofisiologia e Ecotoxicologia. Os referenciais adotados abordam a plasticidade fisiológica de diferentes organismos, buscando-se compreender as consequências na biodiversidade como um todo.
Carga horária: 6h
Data de Realização: Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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18. Comunicação e defesa química em anfíbios
Ministrante:   Pedro Luiz Mailho Fontana (
http://lattes.cnpq.br/4294535135873403)
Ementa: O principal objetivo do minicurso é familiarizar os alunos com os aspectos da comunicação e defesa química nos anfíbios, evidenciando características importantes para a biologia e história natural deste grupo. A pele dos anfíbios desempenha um papel multifuncional, de respiração e osmorregulação à proteção contra agressões do ambiente, inclusive de patógenos e predadores. Essa pele, rica em glândulas, secreta substâncias que participam da comunicação química, e que podem ainda ser desagradáveis e/ou tóxicas para uma infinidade de predadores e microrganismos. Apesar do estudo da ecologia química dos anfíbios ter se desenvolvido recentemente, ainda é pouco explorado quando comparado a outras linhas de pesquisa. Este curso pretende não só elucidar o tema, mas também divulgá-lo, contribuindo para o seu desenvolvimento.
Carga horária: 8h
Data de Realização: Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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23. Diversidade, morfologia e controle de moluscos terrestres, com ênfase nas espécies mais comuns no Brasil.
Ministrante:
Suzete Rodrigues Gomes (FIOCRUZ) (
http://lattes.cnpq.br/4661056947263735)
Ementa: Introdução à Malacologia, com ênfase na classe Gastropoda. Características gerais e relações de parentesco da ordem Pulmonata (caracóis e lesmas) e de Soleolifera (lesmas "verdadeiras"). Aspectos históricos e situação atual do estudo dos moluscos terrestres no Brasil. Principais coleções científicas, organização e métodos de coleta e fixação de amostras. Características conquiliológicas, morfologia geral do corpo e anatomia interna, com identificação das principais características diagnósticas. Moluscos pragas no Brasil e principais cultivos afetados. Moluscos de interesse médico-veterinário e principais zoonoses. Formas de controle.
Carga horária: 8h
Data de Realização: Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 12 e Máxima 25.
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24. O guia do zoólogo das galáxias: entendendo o Código Internacional de Nomenclatura Zoológica (não entre em pânico!).
Ministrante:
Thereza de Almeida Garbelotto (
http://lattes.cnpq.br/3309094108005899)
Tatiana Petersen Ruschel (UFRGS) (http://lattes.cnpq.br/4324991971573332)
Ementa: A origem do Código Internacional de Nomenclatura Zoológica. Categorias taxonômicas e seus sufixos. Tipologia: espécie e espécime tipo (holótipo, parátipo, síntipos, lectótipo e neótipo). Como nomear gêneros e espécies: tipos de terminações (gêneros masculino, feminino e neutro). O princípio da prioridade. Sinônimos e homônimos sênior e júnior. Tipos de combinações. Estudo de casos.
Carga horária: 8h
Data de Realização: Segunda feira, 26/02/2018.

Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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27. Método científico e redação científica na Zoologia moderna.
Ministrante:
Gilberto Marcos de Mendonça Santos (UEFS) (
http://lattes.cnpq.br/3903855538238475)
Ementa: Entendendo o método científico. O que é ciência? O que é um fato? O que é uma pergunta? O que é uma hipótese? Pra que serve uma hipótese? Por que utilizamos previsões? Pra que serve uma teoria? Estrutura de Manuscritos: o que e como escrever.
Carga horária: 6h
Data de Realização: Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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28. Introdução aos métodos de estudos para taxonomia de girinos.
Ministrante:
Luiz Norberto Weber (UFSB) (
http://lattes.cnpq.br/9575836008826166)
Ementa: Famílias de Anfíbios anuros presentes no Brasil e suas formas larvares; Morfologia externa de girinos: aspectos descritivos e nomenclatura; Morfologia oral interna, condrocrânio e esqueleto visceral: aspectos descritivos e nomenclatura. Capacitar o aluno a reconhecer a morfologia externa e interna de girinos. Desenvolver no aluno a capacidade de utilizar ferramentas descritivas com finalidades taxonômicas.
Carga horária: 6h
Data de Realização: Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Jardim Universitário
*Vagas: Mínimo 20 e Máxima 40.
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34. Bem-estar animal como prioridade no manejo de animais silvestres – os impactos na qualidade de vida animal e as consequências na sensibilização do público visitante.
Ministrantes:
Roberta Biasoto Manacero (
http://lattes.cnpq.br/9515833079962791)
Paloma Lucin Bosso (Parque das Aves) (http://lattes.cnpq.br/8742908086345860)
Ementa: O minicurso teórico-prático introduzirá aspectos gerais sobre bem-estar animal, como o conceito dos Cinco Domínios, a fisiologia da resposta ao estresse, e sua relação com o Sistema Imunológico. Serão apresentados princípios básicos para a otimização da qualidade de vida animal, priorizando o manejo etológico de animais silvestres, enfatizando as principais atividades utilizadas na prevenção ou tratamento de alterações comportamentais em zoológicos, como o enriquecimento ambiental e o condicionamento operante com reforço positivo, ressaltando a importância destes para a educação ambiental e a conservação de espécies. O minicurso incluirá ainda noções sobre métodos de observação e coleta de dados comportamentais, bem como suas aplicações para o monitoramento do grau de bem-estar. A prática será composta pela elaboração de itens de enriquecimento ambiental e observação etológica.
Carga horária: 8h
Data de Realização: Segunda feira, 26/02/2018.
Local: Parque das Aves
*Vagas: Mínimo 12 e Máxima 30.

 



*A realização do minicurso está condicionada ao preenchimento mínimo de vagas por turma. Não atingindo esse mínimo, a comissão organizadora se reserva no direito de cancelar o minicurso e o participante inscrito será remanejado a outro minicurso de seu interesse ou pode solicitar o cancelamento da inscrição para o minicurso.

PROGRAMAÇÃO DO XXXII CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOLOGIA

TERÇA-FEIRA, 27/02/2018

 

Das 09h00 às 10h20

Palestra: 
Políticas Públicas em Biodiversidade, com destaque para a América Latina.
Palestrante: Dr. Bráulio Ferreira de Souza Dias

Sessões Paralelas*

Das 10h30 às 12h00

Sessões Paralelas*

Das 12h00 às 14h00 - Intervalo para almoço


Das 14h00 às 15h30

Palestra:
Species Divergence Shaped by the Intersects of Ecology and Climate Change .
Palestrante: Dra. Lacey Knowles

Sessões Paralelas*

Das 15h30 às 17h00

Sessões Paralelas*

Das 17h00 às 18h30

Sessões Paralelas*

Das 18h30 às 20h00

Sessões de Pôsteres


* As sessões paralelas compreendem apresentações orais em formato de simpósios, sessões temáticas e tópicos em zoologia.     

PROGRAMAÇÃO DO XXXII CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOLOGIA

QUARTA-FEIRA, 28/02/2018

 

Das 09h00 às 10h20

Palestra:
A Perfect Storm: Climate Change, Disease, Us.
Palestrante: Dr. Daniel Brooks

Sessões Paralelas*

Das 10h30 às 12h00

Sessões Paralelas*

Das 12h00 às 14h00 - Intervalo para almoço


Das 14h00 às 15h30

Palestra:
The good, the bad, and the ugly: who is really benefiting from travelling in groups.
Palestrante: Dr. Steve Portugal

Sessões Paralelas*

Das 15h30 às 17h00

Sessões Paralelas*

Das 17h00 às 18h30

Sessões Paralelas*

Das 18h30 às 20h00

Sessões de Pôsteres


* As sessões paralelas compreendem apresentações orais em formato de simpósios, sessões temáticas e tópicos em zoologia.

PROGRAMAÇÃO DO XXXII CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOLOGIA

QUINTA-FEIRA, 01/03/2018

 

Das 09h00 às 10h20

Palestra:
A multidisciplinary framework for biodiversity prediction in the Brazilian Atlantic forest hotspot.
Palestrante: Dra. Ana Carnaval

Sessões Paralelas*

Das 10h30 às 12h00

Sessões Paralelas*

Das 12h00 às 14h00 - Intervalo para almoço


Das 14h00 às 15h30

Palestra:
La Buitrera, el Gobi sudamericano. Un desierto fósil del Cretácico.
Palestrante: Dr. Sebastián Apesteguía

Sessões Paralelas*

Das 15h30 às 17h00

Sessões Paralelas*

Das 17h00 às 18h30

Sessões Paralelas*

Das 18h30 às 20h00

Sessões de Pôsteres


* As sessões paralelas compreendem apresentações orais em formato de simpósios, sessões temáticas e tópicos em zoologia.

PROGRAMAÇÃO DO XXXII CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOLOGIA

SEXTA-FEIRA, 02/03/2018

 

Das 09h00 às 10h20

Palestra:
Towards a dynamical view of distribution areas, based on niche theory.
Palestrante: Dr. Jorge Soberón

Sessões Paralelas*

Das 10h30 às 12h00

Sessões Paralelas*

Das 12h00 às 14h00 - Intervalo para almoço


Das 14h00 às 15h30

Palestra:
Ecologia, Evolução e Desenvolvimento (EcoEvoDevo) na herpetofauna brasileira.
Palestrante: Dra. Tiana Kohlsdorf


Sessões Paralelas*

Das 15h30 às 17h00

Sessões Paralelas*

Das 17h00 às 18h30

Sessões Paralelas*

Das 18h30 às 20h00

Sessões de Pôsteres

* As sessões paralelas compreendem apresentações orais em formato de simpósios, sessões temáticas e tópicos em zoologia.