Programação

PROGRAMAÇÃO DOS SIMPÓSIOS
Datas, horários e salas serão publicados em breve.

 

 

BiodiverCidade: animais silvestres em áreas urbanas
Organizadora: Camila Palhares Teixeira

1. Ecologia urbana e conservação.
Cristiano Schetini de Azevedo
2. Ecologia urbana e suas aplicações.
Camila Palhares Teixeira
3. Ecologia urbana de Aves.
Luciana Barçante
4. Uso de Sistemas de Informação Geográfica (SIG) como ferramenta para estudos de animais silvestres em áreas urbanas.
Marina Scarpelli

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Biogeografia do século XXI: a integração do espaço, tempo e forma ... finalmente!
Organizador: Claudio José Barros de Carvalho
Moderador: Eduardo Andrade Botelho de Almeida  

1. Biogeografia Integrativa, desafios e perspectivas.
Ubirajara de Oliveira
2. A história que as aves das áreas alagáveis da Amazônia podem contar sobre a evolução da paisagem e sobre as potenciais ameaças a estes ambientes.
Camila Cherem Ribas
3. Padrões de distribuição de abundância e biomassa de Diptera nos neotrópicos.
Rodrigo dos Santos Machado Feitosa
4. Uso de modelos de covariancia para distinguir diferenciação de nicho por processos neutros ou adaptativos.
José Alexandre Felizola Diniz Filho
5. Diversificação de anfíbios em montanhas do sul da floresta Atlântica: evolução de nichos climáticos, filogenômica e microendemismo.
Marcio Roberto Pie
6. Modelos biogeográficos e os métodos baseados em eventos.
Peter Löwenberg Neto
7. Biogeografia de padrão: reflexões e perspectivas.
Silvio Shigueo Nihei
8. Dos neotrópicos para o mundo: a biogeografia das formigasaranha.
Rodrigo dos Santos Machado Feitosa
9. Por que os dípteros ocorrem na América do Sul? A evolução das moscas domésticas na região.
Claudio José Barros de Carvalho
10. Histórias de abelhas e histórias de flores na América do Sul durante o Cenozóico.
Eduardo Andrade Botelho de Almeida
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IV Simpósio Brasileiro sobre Galhas e Galhadores
Organizador: Jean Carlos Santos
Moderadora: Maria Virginia Urso Guimarães

1. Padrões de diversidade insetos galhadores da Mata Atlântica.
Jean Carlos Santos
2. Filogenia de Stephomyia.
Valéria Cid Maia
3. Ecologia da diversidade funcional de galhas de insetos: uma primeira visão.
Milton de Souza Mendonça Júnior
4. Caracterização de galhas, galhadores e fauna associada em um fragmento de Mata Estacional Semidecidual no entorno da Caverna Itambé, no município de Altinópolis, São Paulo.
Maria Virginia Urso Guimarães
5. On the mechanisms that underly gall induction by insects.
Geraldo Wilson Afonso Fernandes
6. O renascimento dos estudos de galhas e galhadores no Brasil: uma revisão cienciométrica dos últimos 30 anos de pesquisas.
Walter Santos de Araújo
7. O website Galhas de insetos do Brasil: uma ferramenta para a diversidade.
Ismael Cividini Flor
8. Atualidades no processo de indução e desenvolvimento de galhas no sistema Ficus-vespas: planta e inseto podem ter interesses em comum?
Rodrigo Augusto Santinelo Pereira
9. Contribuições aos estudos de interação planta-hospedeira e galhadores no estado do Tocantins.
Claudia Scareli-Santos
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Programa de Capacitação em Taxonomia – PROTAX: resultados e perspectivas.
Organizadora: Luciane Marinoni
Moderadora: Lisiane Dilli Wendt

1. 10 anos do PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM TAXONOMIA - Resultados Gerais do PROTAX desde sua implantação em 2005 até 2015.
Luciane Marinoni
2. Resultados do PROTAX – Zoologia.
Lisiane Dilli Wendt
3. Resultados do PROTAX – Microbiologia.
Manuela da Silva
4. Resultados do PROTAX – Botânica.
Leonor da Costa Maia
5. Mesa redonda. 
Luciane Marinoni - SBZ
Manuela da Silva - SBM
Leonor da Costa Maia - SBB
Fernando da Costa Pinheiro - Coordenação do Programa de Pesquisa em Gestão de Ecossistemas- COGEC/CGCTM.

Representante da CAPES – a ser definido
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Refauna: repatriação da informação da fauna brasileira depositada em Museus estrangeiros e o Catálogo Taxonômico da Fauna do Brasil.
Organizador: José Albertino Rafael
Moderador: Hussam Zaher

1. Programa Refauna - ano 1.
José Albertino Rafael
2. Programa Reflora 2010-2017, muito além do repatriamento.
Rafaela C. Forrza
3. Atualizações do Catálogo Taxonômico da Fauna do Brasil.
Hussam Zaher
4. Continuidade do Programa Refauna e gerenciamento de dados pelo SIBBr.
Repres. MCTIC ou MMA
5. Briozoários marinhos do Brasil: resgate da diversidade depositada em coleções científicas.
Ana Carolina Almeida
6. Recuperando o conhecimento sobre a diversidade do Filo Mollusca no Brasil dispersa pelos museus de história natural do mundo: gastrópodes marinhos nas coleções zoológicas do ‘Natural History Museum’, Londres e ‘Museum National d´Histoire Naturelle’, Paris.
Alexandre Dias Pimenta
7. Repatriação de dados das espécies de soldadinhos brasileiras em dois museus europeus (Insecta: Hemiptera: Auchenorrhyncha: Membracidae).
Olívia Evangelista
8. REFAUNA: importância e contribuição ao conhecimento da diversidade brasileira de Thysanoptera

Élison Fabrício B. Lima
9. A repatriação de informações e perspectivas para as pesquisas em Psychodidae (Diptera) no Brasil.
Danilo Pacheco Cordeiro
10. Avanços no conhecimento dos Eumeninae (Hymenoptera, Vespidae) brasileiros e neotropicais e a importância do Programa REFAUNA neste contexto.
Marcel Hermes
11. Contribuições de naturalistas europeus para o conhecimento da fauna brasileira de abelhas e vespas (Hymenoptera: Anthophila, Chrysididae): Desafios presentes para reconhecimento dessa diversidade.
Eduardo Andrade Botelho de Almeida
12. A importância dos Museus de História Natural de Londres e Paris na diversidade das vespas sociais brasileiras.
Alexandre Somavilla
13. Redescobrindo os Tephritoidea (Diptera) brasileiros depositados nos museus europeus.
Lisiane Dilli Wendt
14. Sobre os tipos brasileiros de Tabanidae (Diptera): conhecimento atual e perspectivas futuras.
Tiago Krolow
15. Buprestidae no Brasil: resgate de informações em museus europeus.
Marcela Monné
16. Dados e imagens de mais de 300 espécies brasileiras de Staphylinidae (Coleoptera) descritas por Max Bernhauer.
Edilson Caron
17. Resgate da contribuição dos naturalistas franceses para o conhecimento da biodiversidade brasileira Histeridae (Insecta: Coleoptera).
Fernando Leivas
18. Tipos de besouros rola-bostas do Brasil depositados no exterior e os nomes dos nossos bichos.
Fernando Vaz de Mello
19. Recuperando informações da fauna brasileira depositada no Museu Nacional de História Natural do Smithsonian: com foco em Formicidae.
Itanna Oliveira Fernandes
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V Simpósio de Coleoptera
Organizador: Adelita Maria Linzmeier
Moderador: Fernando Leivas

1. The reasons and importance of the Identification Centers.
Alexander Sacha Konstantinov
2. Desafio dos Melolonthidae de interesse aplicado.
Mariana Alejandra Cherman
3. Diversidade de besouros da Caatinga.
Luciana Iannuzzi
4. Besouros, conservação e legislação.
Rafael Vieira Nunes
5. Coleópteros de caverna.
Kleber Makoto Mise
6. Besouros de interesse nas Ciências Forenses.
Rodrigo César Corrêa
7. Carabidologia no Brasil: desafios para novos desbravadores.
Letícia Maria Vieira
8. Tenebrionidae: conhecimento atual e novas perspectivas.
Sergio Zucateli Aloquio Junior
9. Brentidae Neotropical: uma visão geral com ênfase no estado do conhecimento sobre os Apioninae do Brasil.
Wesley Oliveira de Sousa
10. Caryedes (Chrysomelidae, Bruchinae): Estudo taxonômico e importância para a área aplicada.
Isaac Reis Jorge
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VI Simpósio de Diptera
Organizador/Moderador: Carlos José Einicker Lamas
Mediadora: Vera Cristina Silva

1. Cecidomiídeos não galhadores do Mato Grosso do Sul (Lestremiinae, Porricondylinae e Winnertziinae).
Maria Virginia Urso Guimarães
2. Desvendando o Novo Mundo: o que resta a descobrir sobre a riqueza de Syrphidae na Região Neotropical.
Mirian N. Morales
3. A fauna de Diptera no PNEmas.
Sarah Oliveira
4. Análise espacial de Nyssomyia (Diptera, Psychodidae, Phlebotominae).
Paloma Helena Fernandes Shimabukuro
5. Nordeste: Deus "esqueceu" de diversificar os Diptera neste pedacinho do Brasil?
Francisco Limeira
6. Puyehuemyia chandleri, primeira ocorrência da família Opetiidae no Hemisfério Sul e implicações evolutivas.
Dalton de Souza Amorim
7. Um histórico da trajetória das mulheres na dipterologia.
Rafaela Lopes Falaschi
8. O que a amostragem da fauna neotropical tem a nos dizer? Reconstruindo a filogenia molecular dos Diptera Calyptratae.
Silvio S. Nihei 
9. Dipterologia no século XXI: impedimento taxonômico e extinções em massa no Antropoceno.
Charles Morphy
10. Sistemática de Richardiidae (Diptera): uma tentativa de esclarecer os problemas taxonômicos na família.
Lisiane Dilli Wendt
11. Mesa redonda: "Desafios e perspectivas para a nova geração de Dipteristas".
Sarah Oliveira
Fernando Carvalho-Filho
Kirstern Lica Haseyama
Ramon Mello
Vera Cristina Silva
12. Phylogenomics of Sphaeroceroidea (Diptera) with an emphasis on the phylogenetic placement of South American Teratomyzidae
Keith Mohr Bayless
13. Os rumos da Dipterologia brasileira: o estabelecimento de um plano de metas para os próximos 10 anos.
Carlos José Einicker Lamas
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VI Simpósio Iberoamericano sobre Biodiversidade de Turbelários – VI SIT
Organizadora: Ana Maria Leal-Zanchet
Moderador: Fernando Carbayo
Moderadora: Marta Riutort
Moderadora: Cristina Damborenea
Moderador: Francisco Brusa

1. Biogeografía de un género viajero, Girardia (Platyhelminthes, Tricladida): de Sudamérica a Norteamérica y de ahí a conquistar el mundo.
Marta Riutort
2. Los temnocéfalos simbiontes de crustáceos dulceacuícolas endémicos de México: implicaciones taxonómicas, biogeográficas y evolutivas.
Andrés Martínez-Aquino
3. Diversidad específica y variabilidad morfológica en temnocéfalos (Platyhelminthes Temnocephalida) asociados a Ampullariidae (Mollusca, Gasterópoda).
Cristina Damborenea
4. Diversidade dos temnocefalídeos (Platyhelminthes, Dalytyphloplanida) na região sul do Brasil e sua implicação na preservação dos ambientes aquáticos.
Samantha A. Seixas
5. Diversidad morfológica de planarias paludícolas del litoral Parano-Platense en Argentina
Francisco Brusa
6. Observaciones sobre el ciclo de vida de Macrostomum velastylum (Macrostomorpha) en laboratorio.
Mariana Adami
7. Biología reproductiva y poblacional de la planaria de agua dulce Girardia capacivasa (Platyhelminthes, Tricladida)
Marina Lenguas Francavilla
8. Hidroperíodo e complexidade de habitat influenciando a riqueza e abundância de microturbelários em áreas úmidas de altitude.
João Braccini
9. Diversidade taxonômica de planárias terrestres em ambientes espeleológicos neotropicais.
Ana Maria Leal-Zanchet
10 . Mais espécies crípticas de Choeradoplana?
Fernando Carbayo
11. Planárias terrestres do gênero Pasipha (Platyhelminthes: Tricladida): como diferenciá-las?
Silvana Amaral
12. Novas tecnologias perseguem as planárias: aplicação das ferramentas de NGS em duas espécies de planárias terrestres.
Marta Alvarez Presas
13. Diversidad de policlados en la bahía de Araçá.
Verónica Bulnes
14. Diversity and areas of endemism of land planarians (Platyhelminthes, Tricladida) in the southern Atlantic forest.
Domingo Lago-García
15. Planárias terrestres Neotropicais: história evolutiva integrando morfologia, filogenética e filogenômicar.
Victor Hugo Valiati
16. Preguiça para comer e ânimo para fugir: comportamento de Luteostriata abundans diante de suas presas e seus predadores.
Piter Boll
17. Diferenciação de espécies do gênero Paraba (Platyhelminthes: Geoplanidae) ocorrentes no sul do Brasil.
Ilana Rossi

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VII Simpósio de Orthoptera: Desafios e perspectivas para a Orthopterologia na América Latina
Organizador: Neucir Szinwelski
Moderador: Pedro Guilherme Barrios de Souza Dias
1. VII Simpósio de Orthoptera: desafios e perspectivas para a orthopterologia da América Latina.
Pedro Guilherme Barrios de Souza Dias
2. Orthoptera Species File as a tool to maximize the efficiency of taxonomic tasks.
Maria Marta Cigliano
3. Acoustic monitoring as a tool for Orthoptera conservation and species Discovery.
Klaus Riede
4.Chromosome evolution in South American Melanoplinae (Orthoptera: Acrididae).
Elio Rodrigo Castillo
5. Biogeographic studies within the Neotropical Romaleinae (Orthoptera, Acridoidea, Romaleidae).
Martina Pocco
6. O maravilhoso e secreto mundo dos Tetrigidae.
Daniela Santos Martins Silva
7. Complexo fálico de grilos Landrevinae (Grylloidea, Gryllidae): proposição de homologias para reconstrução histórica.
Darlan Rutz Redü
8. Como grilos nos ajudam a compreender a seleção sexual?
Gabriel Lobregat de Oliveira
9. O gênero Eidmanacris Chopard, 1956 (Grylloidea, Phalangopsidae): hipótese de relacionamento filogenético e distribuição.
Lucas Denadai de Campos
10. A diversidade de Orthoptera em terra Brasilis: estado da arte.
Marcos Gonçalves Lhano
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A fauna de vespas dos maiores biomas brasileiros. Estado da Arte.
Organizador/Moderador:Marcio Luiz de Oliveira

1. Caatinga
Sérgio Andena
2. Mata Atlântica
Marcos Magalhães
3. Amazônia
Alexandre Somavilla
4. Cerrado
Gilberto Mendonça
5. Social wasps associated with vertebrate carrion in Brazil.
José Nazareno Araújo dos Santos
6. Vespas sociais no estado de MG, o mais bem amostrado do País.
Marcos Magalhães
7. Aplicabilidade dos estudos de história natural em vespas sociais.
Fábio Prezotto
8. História evolutiva de vespas enxameadoras neotropicais: integrando citogenética, filogeografia e filogenômica.
Rodolpho S. T. Menezes
9.Impacto da Civilização Humana na Ecologia Comportamental de Polistinae.
Bruno C. Barbosa
10. Avanços nos estudos em Eumeninae (Hymenoptera, Vespidae) Brasileiros e Neotropicais nos últimos 15 anos e perspectivas futuras.
Marcel Hermes
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III Simpósio Brasileiro de Biologia Subterrânea – o que sabemos e o desafio da efetiva conservação de habitats subterrâneos na América Latina.
Apresentadora/Organizadora: Maria Elina Bichuette
Moderador: Jonas Eduardo Gallão
Moderadora: Camile Sorbo Fernandes
1. Histórico da Espeleobiologia na América do Sul – Espaço e Tempo e a Biota Subterrânea.
Maria Elina Bichuette
2. Diversidade e Conservação dos Miriápodes Subterrâneos na América do Sul.
Amazonas Chagas-Junior
3. Diversidade e sistemática dos opiliões troglóbios da América do Sul: estado da arte e perspectivas.
Abel Perez Gonzalez
4. Estudos ecológicos em ambientes subterrâneos na América do Sul – dados comparáveis?
Tamires Zepon
5. Distinção taxonômica e lacunas de conhecimento para ambientes subterrâneos brasileiros – uma abordagem aplicada à conservação.
Jonas Eduardo Gallão
6. A visão molecular da biodiversidade cavernícola.
Guilherme Oliveira
7. Mineração e conservação de relictos subterrâneos: Influência da paisagem sobre as comunidades de troglóbios de cavernas ferruginosas.
Rodolfo Jaffé Ribbi
8. Diversidade da biota cavernícola da Colômbia (Peixes).
César A. Castellanos-Morales
9. Fauna de Cavernas y Otros Ambientes Dulceacuícolas Subterráneos de Argentina ¿Cuánto Sabemos?
Marcela Alejandra Peralta
10.Os isópodes terrestres (Crustacea, Isopoda, Oniscidea) cavernícolas Sul Americanos: uma diversidade a ser explorada.
Ivanklin Soares Campos Filho
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Simpósio da Sociedade Brasileira de Malacologia: Desafios e perspectivas para a Malacologia na América Latina.
Medidora: Sonia Barbosa dos Santos

1. Os grandes desafios para o crescimento da Malacologia no Brasil.
Sonia Barbosa dos Santos
2. A integração de acervos particulares na Coleção do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Alexandre Dias Pimenta
3. A lista dos moluscos brasileiros: estado da arte e perspectivas.
Luis Ricardo Lopes de Simone
4. Diversificando ferramentas no estudo de Mollusca para compreender a plasticidade fenotípica dos caracteres conquiliológicos.
Eliane Pintor de Arruda.
5. A pesquisa malacológica e as coleções biológicas frente à Nova Lei da Biodiversidade.
Daniel Mansur Pimpão
6. O método RAPELD na padronização de coletas em ecologia de moluscos terrestres.
Sonia Barbosa dos Santos
7. Grupos pouco estudados na malacologia marinha.
Cléo Dilnei de Castro Oliveira
8. Moluscos como pragas agrícolas e o agronegócio no Brasil.
Suzete Rodrigues Gomes
9. Moluscos e a transmissão de zoonoses frente às mudanças climáticas.
Silvana Carvalho Thiengo
10. Estudos multidisciplinares e parcerias interinstitucionais: estratégias para superar a crise econômica atual e promover as pesquisas em Malacologia.
Monica Ammon Fernandez
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Zoólogos amadores: história, dificuldades presentes, legais e operacionais e suas consequências.
Organizador/Moderador: Hélcio R. Gil Santana

1. Definição dos termos amador, autônomo e coleção particular; visão geral.
Hélcio R. Gil Santana
2. Amadores e autônomos em zoologia no exterior: visão atual. E no Brasil?
Olaf H. H. Mielke e Carlos G. C. Mielke
3. Entomólogos nativos, autodidatas e suas contribuições.
Olaf H. H. Mielke e Carlos G. C. Mielke
4. Dano ambiental: comprovada ausência em diversas atividades zoológicas práticas.
Olaf H. H. Mielke e Carlos G. C. Mielke
5. Aspectos jurídicos. Sim, non, cur. Visão geral de princípios Constitucionais, legais e regulamentares.
Hélcio R. Gil Santana
6. Aspectos jurídicos. Sim, non, cur. O que pode e deve ser mudado.
Hélcio R. Gil Santana
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Desafios da gestão do conhecimento na elaboração e implementação de instrumentos efetivos de conservação da biodiversidade
Organizadora: Ana Elisa Bacellar 

1. Como pautar pesquisas para a conservação?
Ana Elisa Bacellar
2. O papel das sínteses de conhecimento para a tomada de decisão.
Rafael Loyola
3. A importância da divulgação científica para que a ciência alcance os atores interessados.
Denise de Oliveira ou Martha Marandino
4. A participação da comunidade científica nos processos de avaliação de espécies e planos de ação nacionais de espécies ameaçadas de extinção.
Rogério Cunha de Paula
5. A participação da sociedade no programa de monitoramento da biodiversidade do ICMBio.
Katia Torres Ribeiro ou Tathiana Chaves de Souza
6. A visão da comunidade científica sobre a participação nos processos de tomada de decisão em conservação.
Luiz Fábio Silveira
7. O papel dos sistemas SALVE, SISBIO e PortalBio na gestão de dados de biodiversidade.
Rodrigo Jorge
8. O papel do SIBBr e suas ferramentas de apoio à tomada de decisão na gestão da biodiversidade.
Andrea Portela
9. Desafios de gestão e integração de bases de dados sobre biodiversidade.
Eduardo Dalcin
10. Ferramentas de modelagem como apoio à tomada de decisão em conservação.
Marinez Siqueira ou Katia Ferraz